Notícia  
Projeto Botinho conclui mais uma edição no Piscinão de São Gonçalo
29/01/2016 - 13h09
O tempo nublado não foi motivo para desanimar os alunos participantes do projeto Botinho, que estiveram presentes à cerimônia de encerramento nesta sexta-feira (29/01), no Piscinão de São Gonçalo. O local, uma das instalações esportivas da Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (Seelje), é uma das sedes da colônia de férias do Corpo de Bombeiros, que acontece uma vez por ano. Após duas semanas seguidas de curso, o projeto chegou ao fim com uma confraternização à beira do Piscinão, onde os alunos receberam um certificado de participação e ainda demonstraram o que aprenderam ao longo do período.

No seu quinto ano consecutivo, cerca de 200 alunos, divididos de acordo com a idade, foram enquadrados em três categorias: Botinho, Moby Dick e Tubarão. O vice-presidente da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj), Oswaldo Dreux, falou sobre a pretensão de estender o projeto para as outras três instalações esportivas administradas pela pasta.

- O Projeto Botinho é muito bacana e se encaixou bem no espaço do Piscinão. É muito gratificante ver a importância do projeto e a mudança que isso causa na vida de cada um que está presente, inclusive dos pais. O Corpo de Bombeiros é uma instituição que representa muito para toda a sociedade e repassa também valores de vida, importantes para a formação desses jovens e a interação familiar. Fico muito satisfeito de ver que aqui temos crianças e adolescentes participando deste projeto e traçando um futuro brilhante, seja no esporte ou no Corpo de Bombeiros. – comemorou Oswaldo.

Guilherme Carvalho, de 15 anos, é morador de São Gonçalo e contou que a experiência de participar do projeto foi uma grande influência para sua escolha profissional. Atualmente, Guilherme afirma ter muito mais segurança no esporte e também sente uma melhora no relacionamento com os amigos e familiares.

- Aqui eu aprendi coisas que jamais imaginei que existiam em relação à prática no mar. Foi uma experiência fundamental na minha vida. Hoje, me sinto muito mais confiante para estar na água e decidi que é isso que quero seguir profissionalmente! Quero ser mergulhador profissional da Marinha – revelou Guilherme. A mãe do jovem, Geisa Carvalho, demonstrou muita alegria ao ver a evolução do filho como pessoa e profissional:

- Acho importante o incentivo ao esporte, pois não é válido só pelo lazer, mas também é uma forma de discipliná-los e torná-los mais seguros para a prática esportiva e pra vida - contou a mãe.

O espaço para as meninas também foi garantido e muito bem representado por Nathálya Navarro, de 16 anos, moradora de Itaboraí, que levou para a casa três medalhas de participação. A menina, que já era adepta da natação e da ginástica rítmica desde nova, falou sobre a mudança que sentiu após participar do projeto por dois anos seguidos.

- Uma amiga que já nadava e fazia ginástica comigo participava e me incentivou a entrar. Aqui é como uma grande família pra mim. Agora já penso em fazer um curso de especialização e a prova para oficial de bombeiro – concluiu a jovem.



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