Notícia  
Alunos da Escolinha de Basquete do Sampaio assistem à partida do NBB entre Fla x Minas
27/03/2016 - 19h04
Nem só de chocolates se fez esta Páscoa, pois neste domingo (27/03), o esporte também teve seu espaço. Foi a vez da Escolinha de Basquete da Vila Olímpica do Sampaio, instalação administrada pela Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (Seelje), animar as arquibancadas do Ginásio Alvaro Vieira Lima, no Tijuca Tênis Clube, Zona Norte do Rio. Em uma ação promovida pela Seelje, os jovens não só tiveram a oportunidade de assistir a uma partida profissional, como também de ser presenteados com ovos de páscoa personalizados pelo clube rubro-negro e ainda interagir com os jogadores ao final do jogo.

Além disso, durante o intervalo, os alunos suaram a camisa ao fazer uma breve demonstração do que já aprenderam na escolinha. André Guimarães, gerente de basquete do Flamengo, falou sobre a importância de promover ações sociais como forma de incentivo ao esporte e à cidadania.

– É fundamental que esses jovens possam sentir a atmosfera de um torneio profissional, conhecer a fundo o esporte e ter esse tipo de interação. Nossa ideia é que com a escolinha a gente possa formar não só grandes jogadores, mas também cidadãos, desviar essa galera do caminho ruim através do esporte. É uma troca muito valiosa ver a identificação dos alunos com os jogadores e vice-versa – disse André.

Embora o núcleo do Sampaio seja bem dividido entre meninos e meninas, especialmente no dia de hoje a presença feminina esteve em maior peso. Muitos dos que estavam presentes, nunca tinham visto uma partida de nível profissional fora da televisão, como William Ribeiro, de 22 anos, e Gabrielly Farias, de apenas 10. Ambos moradores do Sampaio, os jovens veem no basquete uma forma de traçar um novo rumo para suas vidas. A menina, que desde sempre sonha em ser modelo fotográfica, atualmente não dispensa a possibilidade de se tornar jogadora profissional.

– Eu sempre gostei muito de esporte, mas entrei no basquete há pouco tempo e já sinto muita coisa melhorando, como a minha postura, por exemplo. Sempre fui baixinha, mas cheguei até a ganhar alguns centímetros – contou Gabrielly.

Desde quando soube do convite para ir ao jogo, o jovem William mal pode conter a ansiedade até o grande dia da partida.

– Para mim é uma realização enorme. Desde os 14 anos eu pratico basquete e nunca pensei que um dia pudesse ver de perto uma partida como essa, principalmente sendo um time de peso como o Flamengo – disse o rapaz, que teve seu maior incentivo vindo da prima, profissional da modalidade.

A busca pela inclusão social e viabilização do esporte para todos, são uns dos pilares mais fortes proporcionados através da Lei de Incentivo ao Esporte.


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