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Tombado pela Lei Ordinária 4.149 em 10 de agosto de 2005, na Câmara Municipal, o Estádio de Remo da Lagoa passou por um projeto de revitalização para receber os Jogos Pan-americanos, realizados no Rio em julho de 2007. As obras mudaram a estrutura das arquibancadas, tornando-as mais altas e facilitando assim a visibilidade dos torcedores. A capacidade atual é de três mil pessoas.

O Estado investiu cerca de R$ 13,2 milhões nas reformas. Dentre as melhorias, foi feita a dragagem da raia, que passou a ter 3,10 metros de profundidade, 2000 metros de comprimento e 108 metros de largura, dentro das medidas exigidas pelas normas internacionais de remo e canoagem. Além disso, foi feita a reforma do píer flutuante, a construção de garagens para os barcos, tanques de treinamento, cabines para os juízes e banheiros para o público.
As raias com partida automática e cronometragem eletrônica que foram instaladas na Lagoa são as do sistema Albano, produzidas na Hungria pela empresa Polaritás - o mesmo modelo utilizado com sucesso nas Olimpíadas de Atenas e que também será usado nos Jogos de Pequim, em 2008.

Após o Pan, a Glen Entertaiments Ltda., empresa responsável pela obra, implantará o Projeto Lagoon, que consiste num amplo complexo de esporte e lazer dentro do estádio. O empreendimento será inaugurado no início de dezembro e terá, entre outras instalações, catorze lojas, dois restaurantes e seis cinemas. Será mais uma opção de qualidade de vida e diversão, tendo como pano de fundo um dos mais belos cartões postais do cenário carioca: a Lagoa Rodrigo de Freitas.
O Estádio de Remo da Lagoa - ou Clube de Regatas Piraquê - foi construído em 1954, a partir de projeto feito por Benedicto Barbosa, autor de outras grandes obras como a Refinaria de Duque de Caxias e a Sede Náutica do Botafogo Futebol e Regatas, no Rio de Janeiro, e do Clube do Congresso e o prédio da Imprensa Nacional, em Brasília. O estádio fica na avenida Borges de Medeiros n°1.424.
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